sábado, 11 de outubro de 2014

A "poeta" em mim



 As peripécias de amar

Amar é sacrificares-te por pouco,
Perseguires um ideal sem pés nem cabeça, feito louco.
Como se todo o teu trabalho valesse de algo,
Como se fosses coroado fidalgo
Por amares, do teu lado apenas a sorte,
Contra ti a morte.
Amar dói e doer é amar,
Mas não é preciso sacrificar
Tudo o que tens pela mentira.
Quem sabe, talvez um dia,
Saibas o verdadeiro significado do amor.
Só peço que não sucumbas à dor
De tentar demasiado, sem nenhum resultado,
Como se fosse tudo dado de mão beijada.

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